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miRna fERnandEs
MANUAL DO PROFESSOR
Componente
CurriCular
FILOSOFIA
VOLUME
ÚNICO
ENsINO MédIO
FUNDAMENTOS DE FILOSOFIA VU - capa professor caracterizado.indd 1 5/4/16 7:35 PM
Gilberto Cotrim
Bacharel e licenciado em História pela
Universidade de São Paulo
Mestre em Educação, Arte e História da Cultura
pela Universidade Mackenzie
Professor de História e advogado
Mirna Fernandes
Bacharel em Filosofia pela Universidade de São Paulo
Especializações em Meio Ambiente na Universidade
de Santiago do Chile e na Universidade de Barcelona
Professora, editora e gestora ambiental
4a edição – 2016
São Paulo
MANUAL DO PROFESSOR
COMPONENTE
CURRICULAR
FILOSOFIA
VOLUME
ÚNICO
ENSINO MÉDIO
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Fundamentos de filosofia
© Gilberto Cotrim, Mirna Fernandes, 2016
Direitos desta edição: Saraiva Educação Ltda., São Paulo, 2016
Todos os direitos reservados
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Cotrim, Gilberto
Fundamentos de filosofia / Gilberto Cotrim,
Mirna Fernandes. -- 4. ed. -- São Paulo :
Saraiva, 2016.
Suplementado por manual do professor.
Bibliografia.
ISBN 978-85-472-0533-1 (aluno)
ISBN 978-85-472-0534-8 (professor)
1. Educação - Filosofia I. Fernandes, Mirna.
II. Título.
16-01969 CDD-370.1
Índices para catálogo sistemático:
1. Educação : Filosofia 370.1
2. Filosofia da educação 370.1
Diretora editorial Lidiane Vivaldini Olo
Gerente editorial Luiz Tonolli
Editor responsável Glaucia Teixeira M. T.
Gerente de produção editorial Ricardo de Gan Braga
Gerente de revisão Hélia de Jesus Gonsaga
Coordenador de revisão Camila Christi Gazzani
Revisores Cesar G. Sacramento, Larissa Vazquez, Luciana Azevedo, Ricardo Miyake
Produtor editorial Roseli Said
Supervisor de iconografia Sílvio Kligin
Coordenador de iconografia Cristina Akisino
Pesquisa iconográfica Mariana Valeiro, Iron Mantovanello
Licenciamento de textos Erica Brambila, Paula Claro
Coordenador de artes Narjara Lara
Capa Narjara Lara com imagem de Lera Art/Shutterstock
Design Bonifácio Estúdio
Edição de arte Rodrigo Bastos Marchini
Diagramação Débora Jóia
Assistente Camilla Felix Cianelli
Ilustrações BIS, Estudio Mil, Mario Yoshida, Mauro Takeshi, Ricardo Montanari,
Rogério Borges, Studio Caparroz
Tratamento de imagens Emerson de Lima
Protótipos Magali Prado
078077.004.001 Impressão e acabamento
O material de publicidade e propaganda reproduzido nesta obra está sendo utilizado apenas para fins didáticos,
não representando qualquer tipo de recomendação de produtos ou empresas por parte do(s) autor(es) e da editora.
Avenida das Nações Unidas, 7221 – 1º andar – Setor C – Pinheiros – CEP 05425-902
2
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Apresenta•‹o
Você encontrará nesta obra uma proposta de estudo da filosofia centrada em seus
fundamentos e no desenvolvimento de uma abordagem reflexiva sobre a vida, a partir
de uma exposição clara, acessível e estimulante.
Enriquecida com bom número de textos dos grandes filósofos, esta proposta se
completa com uma rica variedade de imagens e atividades, que visam auxiliar de
forma efetiva o processo de ensino-aprendizagem.
Os conteúdos estão organizados em quatro unidades, tendo como objetivo abordar
as filosofias sob os enfoques temático e histórico:
Filosofar e viver – dedica-se a “mostrar” o que é a experiência filosófica e o filosofar,
como em um passo a passo, usando como referência temas fundamentais da
identidade filosófica.
Nós e o mundo – concentra-se em alguns dos problemas basilares do pensam ento
filosófico e da própria experiência humana, relacionados com a descoberta progressiva
do mundo e de nós mesmos dentro desse mundo.
A filosofia na história – oferece uma visão geral do pensamento filosófico ocidental
desde a Antiguidade até a época contemporânea, procurando contextualizar histori-
camente as distintas filosofias e os debates que despertaram.
Grandes áreas do filosofar – trabalha áreas temáticas de estudo e pesquisa que
ganharam especial atenção nas sociedades contemporâneas e no âmbito específico
da filosofia.
Entendemos que esta introdução aos estudos filosóficos deve ser trabalhada com
flexibilidade. Os conteúdos devem ser discutidos, questionados e ampliados, servindo
como ponto de partida para outras reflexões e aprofundamentos constantes.
Desse modo, esperamos que você, estudante, cresça cada vez mais na consciência
de si mesmo e do mundo em que vive, como pessoa e como cidadão.
Os autores
3
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Como usar o livro
Capítulo
2 Explore as ricas imagens
do livro.
tente responder à
pimeragguenmta n aao a lbaedrot udraa DIE BILDERGALERIE IM PARK SANSSOUCI, POTSDAM, ALEMANHA bqaouu estesqxtuõteoe sap srqi niuncefi operalaml.sa açgõreesg oamu
dos capítulos. Você já ouviu o ditado
“Ver para crer”? Sabe
sua origem? O que
ocorre intimamente
quando se tem
uma dúvida?
A incredulidade de São Tomé (1601-1602) — Caravaggio, óleo sobre tela.
A dœvida
Vamos concentrar agora nossa atenção sobre uma atitude importante no
processo de filosofar: a dœvida. Ela sintetiza os dois primeiros passos da ex-
periência filosófica – o estranhamento seguido do questionamento.
Fique atento a esta lista Veremos adiante que o ato de duvidar nos abre, com frequência, a possi- Fique atento a estas
bilidade de desenvolver uma percepção mais profunda, clara e abrangente
sobre diversos elementos que compõem nossa existência.
de perguntas ou questões. palavras e estes conceitos.
procure respondê-las ao procure defi ni-los ao fi nal
fi nal do capítulo. Qual a importância de perguntar? Conceitos-chave do capítulo.
fQiluoesóstfiõceass APaesnos gd pcaeeonmrisca aeors?bs e ssmãeono tsei dxeao etsan emt eaen nrdateezm ãcooo smn?oos adcrçúitãvéoidr,i aore mdfleee xtvóãedordi,c aaadt,i tedu,ú devevid idfailêo hnsicópifeaicrbaó, dlicúav,i dmaé ftiolodsoó, fricaaz,ã o,
Capítulo 2 A dúvida 37
SI TUAÇÃO FILOSÓFICA
desfrute a leitura desse
O mŽdico e o ’ndio
italiCaonnotsa, -esneq au saengtou itnrtaeb eaxlhpaevraiê ennctiare, voivsi dínad aionso sx aavtaránste pso, rn uom M gatroa nGdreo smsoé.dico paulista, filho de imigrantes diálogo bem-humorado
Em uma tarde tórrida dessa região central do Brasil, o médico saiu para caminhar com um dos
indígenas, Rupawe, e decidiram refrescar-se no rio das Garças. Depois de nadarem por quase uma
hpaorreac, esue ndteasrpaemr-tasre npoa rma éddeiscoca pnesnasra em aepnrteocsi asru ati sp,a riessaugletamn dào s nueas vtoel ctau.r Ato adgiáralodgáov:el sensação da brisa e cotidiano.
– Você é feliz, Rupawe?
– Sim – respondeu prontamente o índio.
– E você sabe o que é felicidade?
– Não.
NORIS MARIA DIAS
descubra nesta análise
os problemas fi losófi cos
dessa situação.
ANALISANDO A SITUAÇÃO
Primeiramente, analisemos juntos essa anedota ou historieta, que constitui nossa
primeira situação. Isso nos ajudará a percorrer os distintos passos de uma experiência
filosófica. (E vá se acostumando com esse procedimento, pois o filosofar começa, de
modo geral, com uma análise.)
Adenpáoliiss,e p –o ddeivri seãnote dnod teord eo eexmpl picaarrt eos t,o pdaor ac oemxapmosintoa rd ecassdaas u pmaart dees l(assín et,e se).
Encontre o sentido Quem são os personagens dessa situação?
Há dois personagens: um médico paulista, vindo de um centro urbano, e um índio
TD(Crioaopslei,c çó ã–leo No p osaroristbi crMeu altarerila)a. de algumas palavras Qxauvaal ndteel,e qsu pea svsivaivaa c poomr usmuaa terxibpoe rniêon ecsiat addifoe rdeon Mtea etmo Gsreous csoot.idiano?
Capítulo 1 A felicidade 15 usadas no texto. Pesopdaeçmoo fsís diceod-ugzeior gqruáefi céo oe smtréadnihcoo, ppaorraq ueele n (eos sMea mtoo Gmreonstsoo:) ;a )b )t rcaobnavlhivaiav ac oemm uumm
grupo social que possuía uma cultura distinta da sua (a comunidade xavante); e c)
desenvolvia atividades que não poderia realizar em uma metrópole, como passear
respirando ar puro e nadar em um rio não poluído, cercado da paisagem silvestre.
O que essa experiência parece ter causado nesse personagem?
A vivência de um cotidiano distinto parece ter levado o médico a parar e pensar sobre
as diferenças entre sua vida e a do nativo. Isso pode ser deduzido das perguntas que
ele fez, as quais refletem preocupações como: “Seria Rupawe feliz?”; “Serei eu feliz?”;
“Se ambos somos felizes vivendo de maneiras tão distintas, o que torna uma vida
feliz?”; e assim por diante.
Que problema filosófico essa conversação inspira?
É o problema da felicidade, ou seja, o que é felicidade ou o que é ser feliz.
A narrativa apresenta alguma resposta para esse problema?
Não. O relato se interrompe com a resposta negativa do indígena. Ele sabe que é
feliz, mas não consegue dar uma definição de felicidade, dificuldade enfrentada
pela maioria das pessoas.
Você concorda com a análise que fizemos?
Reflita bem. Todo texto pode ser analisado de diferentes maneiras. Você proporia
alguma outra pergunta para completar essa análise? Você responderia a alguma
questão de maneira distinta?
16 Unidade 1 Filosofar e viver
4
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CONEXÕES
Identifi que conexões do texto 4. Adi zseerq uquêne coia p arinmteeriiroor qiluuasdtrrian hoso dreivperressoesn etale am feonrmtoasç qãuoe d aoc caobnacmeiotso ddee ecsãtou ndaa rm. Peonrt ee xdeam gpalroo,t ap oqdueamndoos
ela encontra esse animal. Que distinções você consegue fazer em cada um dos quadrinhos seguintes?
com outras situações, ANÁLISE E ENTENDIMENTO
matérias etc. 12.. OCo qmuee nvtoec êa ennotçeãnod dee p coorn rsaecqioucêínncioia? lógica e sua importância para os estudos lógicos. repasse os conteúdos
3. Com base na distinção feita no capítulo, quando há um debate sobre algum tema, as pessoas apresentam
raciocínios ou argumentos? Justifique.
observe, refl ita, posicione-se. 4. Identifique as premissas e a conclusão de cada um dos seguintes argumentos: estudados.
a) Não é um bom momento para comprar imóveis, pois a demanda é grande, a oferta é pouca e os preços
b) Oense stcãeeors snhioud macdéaeuns.o a nnãimo aéi sc.ompletamente livre, tendo em vista que, apesar de ser racional, está sujeito às suas reelabore refl exivamente e
CONVERSA FILOSÓFICA por escrito o que aprendeu.
debata com seus colegas sobre 1. P Cloardo eqmueo sism .f aPozdeerm oos mpearfle istaambeentne dfaoze rq iusseo, mé emsmaol ?estando cientes do que signifi ca. [...] Nem sempre a
consciência de que algo é um mal é sufi ciente para impedi-lo. Todo mundo sabe disso. Porque, às vezes, para
fazer um bem a nós mesmos, causamos o mal aos outros (LABBÉ E PUECH, O bem e o mal, p. 32).
questões polêmicas. Identifique a tese defendida no texto acima e o argumento (premissas e conclusão) utilizado para justificá-la.
Depois, reúna-se com colegas e procure formular com eles outros argumentos que possam contestá-la
e/ou confirmá-la. Busque premissas que levem a uma conclusão contrária ou distinta.
procure expressar seu
EXPLORANDO OS ARGUMENTOS
entendimento com clareza. Contribuições da lógica aristotélica
Agora que você já tem uma ideia geral do que é um argumento, vamos detalhar alguns elementos básicos
Escute com atenção e respeito da lAórgiiscató, teeslpeesc i(f3ic8a4m-3e2n2te aa.qCu.)e lfeosi roe plarciimoneairdoo sp ceonmsa ad cohr aam raedaal ilzóagri cuam tr aedsitcuiodnoa sl,i sdtee omriágteicmo adroisst ottiéploicsa d.e
a opinião dos demais. aveoodcmpoourem afoglmi luvriAaru neotnt vrmeosre.rdi ris t,aParear mtea móunodgcstormtore iso soedrliaess ecg il .dnvsíós caneEtoa go eoirql,o il enls ceu iqó oftmolçeoeugassã rnapi ns.aocodno içPma guidraoa.nottoc u arrqri aof ne vauiibsctuássee oansr e baui onio“sd a a,lóstro ósuo resbgedgd c fuisepãciieol s oaodbóscsr ,eespaoe e sono subdnefdd soooungio aa soeeg c o psssnord ec aehninssrrrgohoéi ctuto,eemcío pmi c uséndueil m asoolc ro td esofeqrsee lnunu,asr smtOeaceroiaip rgdo degmvóueneneasirastenrn aosdedntod”ueonatn.aoass--, METROPOLITAN MUSEUM OF ART, NEW YORK, EUA
Aristóteles contemplando o busto de Homero (1653) – Rembrandt van Rijn,
óleo sobre tela. Homero representa o passado para Aristóteles, assim como
este representa o passado para o pintor. O surgimento da filosofia na Grécia
antiga – com seu discurso racional, fundado em argumentos lógicos –
constituiu um rompimento progressivo com as explicações míticas reunidas
nos poemas épicos, como a Ilíada e a Odisseia, de Homero. No entanto,
Aristóteles foi um grande intérprete desse poeta e seu admirador.
Cap’tulo 5 O argumento 99
teste o que aprendeu respondendo a essa questão
PROPOSTAS FINAIS de vestibular de uma universidade brasileira.
De olho na universidade
(UEM-PR) “O que é um filósofo? É alguém que pratica a filosofia, em outras palavras, que se serve da razão
para tentar pensar o mundo e sua própria vida, a fim de se aproximar da sabedoria ou da felicidade. E isso
se aprende na escola? Tem de ser apreendido, já que ninguém nasce filósofo e já que filosofia é, antes de
mais nada, um trabalho. Tanto melhor, se ele começar na escola. O importante é começar, e não parar
mais. Nunca é cedo demais nem tarde demais para filosofar, dizia Epicuro. [...]. Digamos que só é tarde
dseemm amisa iqsu taanrddaor j”á ( CnOãMoT Eé- SpPoOsNsVíIvLeLEl ,p Aenndsraér. dDeic imonoádroio a Fliglousmóf. icPoo. dSeã oa cPoanutleoc: eMr.a Mrtainiss Fuomn tmeso, t2iv0o0 3p.a pr.a 2 f5i1lo-s2o5f2a)r.
A partir dessas considerações, assinale o que for correto.
01) aAp fir leoesnodfi iad aé fuomraa d aat ievsidcaodlae. que segue a via pedagógica de uma prática escolar, já que não pode ser Assista a um desses fi lmes com seus colegas.
02) O enunciado relaciona a fi losofi a com o ato de pensar.
04) hOo emnuennsc itaêdmo ,c poonrt rnaadtiuz rae zmao, tdievasçeãjoo dfi elo csoónfi hceac ceorn”.t ida na seguinte afi rmativa de Aristóteles: “Todos os Caracterize seus personagens, temas, mensagens etc.
08) Para André Comte-Sponville, quanto antes e com mais intensidade nos dedicarmos à fi losofi a, mais
cedo estaremos livres dela, pois todo assunto se esgota.
16) pAr cáittiacçaã doa d mo taetxutroi daafi drem cai eqnuteífi sceam ep or ec oér toaarmdee pnatora d caosm cieêçnacri aas fi. losofar, razão pela qual a fi losofi a é uma e suas relações com o capítulo.
Sess‹o cinema
A festa de Babette (1987, Dinamarca, direção de Gabriel Axel)
História situada no século XIX. Mulher francesa vai viver em vilarejo dinamarquês, onde prepara uma surpresa
ligada a um dos maiores prazeres do ser humano: a comida.
A vida é bela (1997, Itália, direção de Roberto Benigni)
Na Itália dos anos 1930, um livreiro judeu vive com sua mulher e fi lho, até que ocorre a ocupação nazista.
Para evitar que seu fi lho sofra com os horrores do campo de concentração, o livreiro inventa uma maneira Para pensar
criativa de lidar com a situação.
AFádbmuliar áfuvteulr mistuan bdaos enaodvao e (m19 li9v8ro, Ehsotmaôdnoism Uo ndied oAsld, oduirse Hçuãxol edye. ELme sulmiea L sibocmieadna dee L oarrgrayn iWzaidllaia emms c)astas, leia esse texto Nemes cteo ntecxiltioa,r Uom crbiesrtitaon Eiscmo aop coonmta u immpao vritsaãnot emsa aiss preacctioons adlo d poa mpeuln cduolt. uLreaila d-oe eTo rmesápso dned aA qàusi nqou,e esmtõpees.nhado
a população recebe doses regulares de uma substância que a mantém em felicidade constante, sendo O papel de Santo Tomás de Aquino
cEoun mdicaiioonra d(2a0, 1d3u,r aBnrtaes oil s, odniroe, çaã voiv dere eFmer snearnviddoã oS ec hnuãolt zs ee r Pebaeullaor Scocnhturlat zo) sistema. complementar, que A oPlpaotãsoi çeã Aog oCsétinuh eo tTinehrraam dito tudo o que era necessário para compreender os problemas da alma, mas
Refl exões sobre o sentido da vida, a busca pela felicidade e o autoconhecimento. Entre os entrevistados quando se tratava de saber o que seja uma flor ou o nó nas tripas que os médicos de Salerno exploravam
estão Leonardo Boff, Marcelo Gleiser, Monja Coen e Rubem Alves. na barriga de um doente, e por que era saudável respirar ar fresco numa noite de primavera, as coisas se
FFaciacrhçeãrdeoit nach iqeeuniettí fi4a c 5lae1 i et(um1r9a 6q éu6 e,p Reuremdiana o ds eoU ctneieimddopao,d ede i friumetçupãreoad, e dd eaes F rpereagsnimsçooea issto dTtaerl usitfeáfrareiuomt, ) tfeemliz eoss. livros proibidos, porque se aprofunda alguma teedoxueririnsxotaaipavneamdimao t, rdoqipebua salscan, uddero oac osos. ne cT séeaidunne,tt eoraan cqrd oauiaises anoe o ircaaité emmus ,aed lnle.h ã [poo..rr .i ]smceo aenvnhetereacn eudrmi aaa sa pf lteoerrriergaso. s nSaae ts e ainllugtaumçéãimnou . arDaines dsdsaeo sqm uvoiissdeioos nsdeái vreiiondstiea, n-isgdene aor rcaau rtl etqururraea
O fabuloso destino de Amélie Poulain (2001, França, direção de Jean-Pierre Jeunet) questão trazida no Cristianizar Aristóteles
Caoo mreévdeira s seoubsr eo bmjeotçoas qcounet aacghiaa a u jmovae cma iex am eu bduas scuaa s veiusã doo dneo matué nednoc.ontrá-lo. A felicidade que este demonstra forAne ecsesra uamltuar ac hoasv heo pmaeran su dnaif ircaazrã oe saspesre mndeemmb rdooss e ásrpaabresos sq udea hcáu lutumra a: nAtirgisotó mteelsetsr.e A (ruismtó gterelegso )sa qbuiae pfaoladre rdiae
TDaorcjuam bernatnárciao –q uAe rpervoopõlueç rãeofl eqxuõee sf aslotbarvea a ( 2in0f1ân4c, iBa,r aa sairlt, ed piroepçuãlaor d ee o C taracbaaul hRoh noadse sno)ciedades atuais. capítulo. Dlóeguicsa, ,m pares occlauspsaifvicaa-svea c oosm a npismicaoilso eg iaa,s fpaeladvraa sd, ee f ísseic oac, ucplaasvsaif iccoamva oo sm soisvteimmeans tpoo dlíotisc oasst. r[o.s...] Aristóteles sabia
Exercite suas afinTaorm aáqsu neãlao qeurae neeram a h neorevage c niêenmci rae cvoomlu cai ocniêánricoi.a T deam r esvideola cçhãaom, ea ddoe mdeu “dcaorn tucodrod pisatara”. qPuaera n ealdea t rmatuadvaa-sssee .de
36 Unidade 1 Filosofar e viver adeMrêans cnieas àse r epalalindoa deele n aaptulircaal eu mao e exqtruaiolírbdriinoá treiorr ebnoom. Fsieqnuseo c ela (rmo eqsutree T eomm ásus tnilãeoza asr itsetooltóegliizcaa so) curmistaia gnriasnmdoe,
capacidades mtuadso c sreis ctioamnipzare Aernidsteó tpeelelas .f Féi: qsuóe q culiasr doi qzeure q nuuen ac afé p neãnoso eus tqauvae ecmom d eas raaczoãrod soe c poumd eas sraez eãnot,e en dqeure t,u pdoor,t amnatos ,q eurea
até possível dar-se ao luxo de raciocinar, saindo do universo da alucinação. E assim compreende-se por que na
arquitetura de suas obras os capítulos principais falam apenas de Deus, dos anjos, da alma, da virtude, da vida
de análise, eterna: mas no interior desses capítulos tudo encontra um lugar, mais que racional, “razoável”. [...]
A fé guiava o caminho da razão
Não se esqueça de que antes dele, quando se estudava o texto de um autor antigo, o comentador ou o
interpretação, síntese c“eorprôisntae,a qs”u aonud aos eansscionnatlraavvaamm e amlg ose qnutied on ãdou bciotantcivoord, pavaara c poômr eam re gliugaiãrdoa r eov leeliatdoar,, oouu aasp dageaslvoacmav aasm f rpaaseras
a margem. O que faz Tomás, por sua vez? Alinha as opiniões divergentes, esclarece o sentido de cada uma,
questiona tudo, até o dado da revelação, enumera as objeções possíveis, tenta a mediação final. Tudo deve ser
e problematização, feito em público, como pública era justamente a disputatio na sua época: entra em função o tribunal da razão.
Que depois, lendo com atenção, se descubra que em cada caso o dado de fé acabava prevalecendo sobre
qualquer outra coisa e guiava o deslindar da questão, ou seja, que Deus e a verdade revelada precediam e
guiavam o movimento da razão laica, isso foi esclarecido pelos mais agudos e aficionados estudiosos tomistas,
respondendo às como Gilson. Nunca ninguém disse que Tomás era um Galileu. Tomás simplesmente fornece à Igreja um sistema
doutrinário que a concilia com o mundo natural. [...] Antes dele se afirmava que “o espírito de Cristo não reina
onde vive o espírito de Aristóteles”, em 1210 estão ainda proibidos os livros de filosofia natural do filósofo
grego, e as proibições continuam nas décadas seguintes enquanto Tomás manda traduzir esses textos por
questões fi nais. seus colaboradores e os comenta. Mas em 1255 toda a obra de Aristóteles está liberada.
ECO, Viagem na irrealidade cotidiana, p. 335-336 e 339-340; intertítulos nossos.
1. Segundo o escritor, linguista e filósofo italiano Umberto Eco (1932-2016), na cultura medieval
europeia, antes dos estudos aristotélicos, “quando se entendia o céu, não se entendia a terra”.
Interprete o significado dessa afirmação.
2. Qual foi a importância da redescoberta da filosofia de Aristóteles para o pensamento medieval,
segundo Eco? Justifique.
3. Enumere os méritos de Tomás de Aquino apontados pelo autor do texto. Depois destaque aquele que
você considera o de maior valor. Justifique sua escolha.
252 Unidade 3 A filosofia na hist—ria
5
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Sumário
CApítulo 3 o diálogo ......................................53
1
UNIDADE – Filosofar e viver
Caminhos do entendimento — O poder
da palavra ........................................................56
CApítulo 1 A felicidade ..................................14
A importância da linguagem .................................56
Felicidade — O bem que todos desejam .........17 Conhecer e acreditar conhecer .............................57
Análise e entendimento ....................................59
Experiência filosófica ............................................17
Conversa filosófica ............................................59
Felicidade e sabedoria ..........................................18
Análise e entendimento ....................................20 Método dialógico — Sócrates e a arte
Conversa filosófica ............................................20 de perguntar ....................................................60
Explicando o método .............................................60
Como viver para ser feliz? — O que disseram
os sábios gregos ..............................................21 Dois momentos do diálogo ....................................62
Análise e entendimento ....................................64
Fontes da felicidade ..............................................21
Conversa filosófica ............................................65
Platão: conhecimento e bondade ..........................23
Propostas finais ................................................65
Aristóteles: vida teórica e prática .........................24
Epicuro: o caminho do prazer ...............................26
CApítulo 4 A consciência ................................66
Estoicos: amor ao destino .....................................27
Consciência — Perceber o que acontece ........69
Análise e entendimento ....................................30
Conversa filosófica ............................................30 O que é a consciência? ..........................................69
Consciência e identidade ......................................71
Como anda nossa felicidade? — O que dizem
Experiência privada ...............................................72
as ciências .......................................................31
Análise e entendimento ....................................72
Perspectiva histórica .............................................31
Conversa filosófica ............................................73
Perspectiva de outras ciências .............................32
Conclusão ..............................................................34 Consciente e inconsciente — As contribuições
da psicologia ....................................................73
Análise e entendimento ....................................35
Conversa filosófica ............................................35 Freud: inconsciente pessoal .................................73
Propostas finais ................................................36 Jung: inconsciente coletivo ...................................75
Análise e entendimento ....................................77
CApítulo 2 A dúvida........................................37 Conversa filosófica ............................................77
Indagação — O pensamento busca novos Consciência e cultura — As interações
horizontes .......................................................40 com o ambiente ...............................................78
A importância de perguntar ..................................40 Durkheim: consciência coletiva ............................78
Atitude filosófica ....................................................41 Modos de consciência ...........................................79
Dúvida filosófica ....................................................43 Análise e entendimento ....................................81
Regra da razão ......................................................44 Conversa filosófica ............................................81
Análise e entendimento ....................................44
Consciência e filosofia — Do senso comum
Conversa filosófica ............................................44
à sabedoria ......................................................82
Dúvida metódica — O exercício da dúvida Investigando o senso comum ................................82
por Descartes ..................................................45
Desenvolvendo a consciência crítica .....................83
Aprendendo a duvidar ...........................................45 Buscando a sabedoria ...........................................84
Aprendendo a filosofar ..........................................50 Ciência e filosofia ..................................................85
Análise e entendimento ....................................51 Análise e entendimento ....................................86
Conversa filosófica ............................................51 Conversa filosófica ............................................86
Propostas finais ................................................52 Propostas finais ................................................87
6
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Quadro Sinótico — Grandes áreas Primeiras cosmologias .......................................125
do filosofar ........................................................88 Metafísicas gregas clássicas...............................125
Esquema — História da filosofia ........................90 Dissolução do cosmos .........................................127
Capítulo 5 o argumento ....................................91 Análise e entendimento ..................................129
Conversa filosófica ..........................................129
Descobrindo os argumentos — Primeiros
passos .............................................................94 Metafísicas da modernidade — O debate
entre materialistas e idealistas ....................130
A lógica no cotidiano .............................................95
Raciocínios e argumentos .....................................95 Dualismo cartesiano ...........................................131
Premissas e conclusão .........................................97 Materialismo mecanicista ...................................132
Proposições e termos ...........................................98 Idealismo absoluto ..............................................133
Análise e entendimento ....................................99 Análise e entendimento ..................................135
Conversa filosófica ............................................99 Conversa filosófica ..........................................135
Explorando os argumentos — Contribuições Tendências contemporâneas — Como se
da lógica aristotélica .......................................99 concebe o mundo hoje em dia .......................136
Conteúdo e forma ................................................100 Reducionismo materialista .................................136
Verdade e validade ...............................................100 Enfoques não reducionistas ................................137
Validade e correção .............................................102 Análise e entendimento ..................................138
Explorando os termos .........................................102 Conversa filosófica ..........................................139
Proposições categóricas .....................................103 Propostas finais ..............................................139
Princípios lógicos fundamentais .........................105
Quadrado dos opostos .........................................106 CApítulo 7 o ser humano ..............................141
Análise e entendimento ..................................107
Natureza ou cultura? — Um ser entre
Conversa filosófica ..........................................107
dois mundos ..................................................142
Argumentação — As distintas formas
Humanos e outros animais .................................142
de raciocinar .................................................107
Síntese humana ...................................................144
Dedução ...............................................................108 Ponto de transição ..............................................145
Indução ................................................................109 Análise e entendimento ..................................147
Doutrina do silogismo .........................................110 Conversa filosófica ..........................................147
Falácias ................................................................112
Cultura — As respostas ao desafio
Análise e entendimento ..................................114
da existência ..................................................148
Conversa filosófica ..........................................115
Características gerais .........................................149
Propostas finais ..............................................115
Cultura e cotidiano ..............................................149
Ideologia ..............................................................151
2
UNIDADE – Nós e o mundo
Análise e entendimento ..................................153
Conversa filosófica ..........................................153
CApítulo 6 o mundo ......................................118
Antropologia filosófica — Da concepção
Metafísica — A busca da realidade essencial ...119
metafísica à existencial .................................154
O que é o ser ........................................................119
Natureza essencial ..............................................154
Problemas da realidade ......................................120
Estado natural .....................................................155
Análise e entendimento ..................................123
Realidade concreta e liberdade...........................156
Conversa filosófica ..........................................123
Análise e entendimento ..................................157
Do mito à ciência — Visões de mundo Conversa filosófica ..........................................157
através da história .........................................124 Propostas finais ..............................................157
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CApítulo 8 A linguagem ................................160 Fontes primeiras — Razão ou sensação? .....194
Linguagem e comunicação — A construção Racionalismo .......................................................194
de sentidos e realidades ...............................161 Empirismo ...........................................................194
Linguagem na história ........................................162 Apriorismo kantiano ............................................195
Seres linguísticos ................................................165 Análise e entendimento ..................................196
Linguagem como filtro ........................................166 Conversa filosófica ..........................................196
Linguagem como ação ........................................167 Possibilidades — O que podemos
Análise e entendimento ..................................168 conhecer? ......................................................196
Conversa filosófica ..........................................168
Conceito de verdade ............................................196
Filosofia da linguagem — Algumas Dogmatismo ........................................................196
concepções principais ...................................169 Ceticismo .............................................................197
Origem das línguas .............................................169 Criticismo ............................................................199
Relação palavras e coisas ...................................171 Análise e entendimento ..................................199
Jogos de linguagem ............................................171 Conversa filosófica ..........................................199
Atos da fala ..........................................................172 Propostas finais ..............................................199
Gramática: adquirida ou inata? ...........................172
Análise e entendimento ..................................173
3
UNIDADE – A filosofia na história
Conversa filosófica ..........................................173
Propostas finais ..............................................174
CApítulo 11 pensamento pré-socrático ........204
CApítulo 9 o trabalho ...................................176
Pólis e filosofia — A passagem do mito
Trabalho — Características e história ...........177 ao logos ..........................................................205
Papéis do trabalho ..............................................177
Mitologia grega ....................................................205
Trabalho na história ............................................178
Pólis e razão ........................................................207
Análise e entendimento ..................................180
Análise e entendimento ..................................207
Conversa filosófica ..........................................180
Conversa filosófica ..........................................207
Alienação — A pessoa alheia a si mesma .....181
Pré-socráticos — Os primeiros filósofos
Trabalho alienado ................................................181 gregos ...........................................................208
Consumo alienado ...............................................183 A busca da archŽ ..................................................208
Lazer alienado .....................................................185
Pensadores de Mileto ..........................................208
Análise e entendimento ..................................186
Pitágoras: os números ........................................210
Conversa filosófica ..........................................186
Heráclito: fogo e devir .........................................211
Perspectivas — Tempo livre ou desemprego? ...186 Pensadores de Eleia ............................................212
Sociedade do tempo livre ....................................187 Empédocles: os quatro elementos .....................214
Sociedade do desemprego ..................................187 Demócrito: o átomo .............................................214
Análise e entendimento ..................................188 Análise e entendimento ..................................216
Conversa filosófica ..........................................188 Conversa filosófica ..........................................216
Propostas finais ..............................................188 Propostas finais ..............................................216
CApítulo 10 o conhecimento .........................191 CApítulo 12 pensamentos clássico
e helenístico .....................................................219
Gnosiologia — A investigação sobre
o conhecer .....................................................192 Democracia ateniense — O debate
em praça pública ...........................................220
Questões básicas .................................................192
Representacionismo ...........................................193 Sofistas: a retórica ..............................................220
Relação sujeito-objeto ........................................193 Sócrates: a dialética ............................................222
Análise e entendimento ..................................194 Análise e entendimento ..................................224
Conversa filosófica ..........................................194 Conversa filosófica ..........................................224
8
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Platão — Alicerces da filosofia ocidental ......224 CApítulo 14 Nova ciência e racionalismo ......253
Dualismo platônico ..............................................224 Idade Moderna — A revalorização do ser
Processo de conhecimento .................................225 humano e da natureza ...................................254
Reis-filósofos.......................................................226
Renascimento ......................................................255
Análise e entendimento ..................................226
Análise e entendimento ..................................257
Conversa filosófica ..........................................227
Conversa filosófica ..........................................258
Aristóteles — Bases do pensamento
Razão e experiência — As bases da
lógico e científico ...........................................227
ciência moderna ............................................258
Da sensação ao conceito .....................................227
Francis Bacon ......................................................260
Hilemorfismo teleológico ....................................228
Galileu Galilei ......................................................261
Ética do meio-termo ............................................231
Análise e entendimento ..................................263
Análise e entendimento ..................................231
Conversa filosófica ..........................................263
Conversa filosófica ..........................................231
Grande racionalismo — O conhecimento
Filosofias helenística e greco-romana — parte da razão ...............................................263
A busca da felicidade interior ........................232
René Descartes ...................................................263
Do público ao privado ..........................................232
Baruch Espinosa .................................................265
Epicurismo: o prazer ...........................................232
Análise e entendimento ..................................268
Estoicismo: o dever .............................................233
Conversa filosófica ..........................................268
Pirronismo: a suspensão do juízo .......................233
Propostas finais ..............................................268
Cinismo ................................................................233
Pensamento greco-romano ................................234 CApítulo 15 Empirismo e Iluminismo ...........271
Análise e entendimento ..................................235
Empirismo britânico — O conhecimento
Conversa filosófica ..........................................235
parte da experiência ......................................272
Propostas finais ..............................................235
Processo de conhecer .........................................272
Thomas Hobbes ...................................................273
CApítulo 13 pensamento cristão...................238
John Locke ..........................................................274
Período medieval — Filosofia
David Hume .........................................................275
e cristianismo ................................................239
Análise e entendimento ..................................276
Cristianismo ........................................................239
Conversa filosófica ..........................................276
Fé versus razão ....................................................240
Iluminismo — A razão em busca
Filosofia medieval cristã .....................................241
de liberdade ..................................................277
Análise e entendimento ..................................241
Características do Iluminismo ............................277
Conversa filosófica ..........................................242
Jean-Jacques Rousseau .....................................280
Patrística — A matriz platônica de
Immanuel Kant ....................................................282
apoio à fé .......................................................242
Análise e entendimento ..................................284
Santo Agostinho ..................................................242
Conversa filosófica ..........................................285
Análise e entendimento ..................................245
Propostas finais ..............................................285
Conversa filosófica ..........................................245
CApítulo 16 pensamento do
Escolástica — A matriz aristotélica
século XIX .........................................................287
até Deus ........................................................245
Relação entre fé e razão .....................................246 Século XIX — Expansão do capitalismo
Estudo da lógica ..................................................246 e os novos ideais ...........................................288
Questão dos universais .......................................246 Progresso versus desumanização .......................288
Santo Tomás de Aquino .......................................247 Romantismo ........................................................289
Análise e entendimento ..................................250 Positivismo ..........................................................291
Conversa filosófica ..........................................250 Análise e entendimento ..................................292
Propostas finais ..............................................251 Conversa filosófica ..........................................292
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